"De simples empresa espoliativa e extrativa - idêntica
à que na mesma época estava sendo empreendida na costa da
África e nas índias Orientais - a América passa a constituir parte
integrante da economia reprodutiva européia, cuja técnica e
capitais nela se aplicam para criar de forma permanente um fluxo
de bens destinados ao mercado europeu."
Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil.
Alguém duvida de que até os nossos dias atuais, esta condição de "celeiro" de Portugal e das demais nações mais evoluídas, no Brasil ainda se perdura?
Compare então os bens de consumo que dispomos em nossos mercados. Compare a diferença entre os produtos importados e os "made in Brazil".
Veja porquê a nossa Educação não decola e porque o candidato à presidência do Brasil Eduardo Campos, decolou e caiu, morrendo horas depois de declarar em emissora televisiva, de maior penetração e recursos (e em horário nobre), de que iria instituir o Ensino obrigatório e em tempo integral nas escolas públicas brasileiras caso fosse eleito!
Agora se revoltar contra os EUA, contra Portugal, é o mesmo que se autointitular "estúpido"! Não é culpa dessas nações se somos incompetentes para mudar esta condição centenária de dependência econômica em relação aos grandes países industrializados.
O Uruguai, Argentina e Chile, para ficar apenas nestes três exemplares, possuem uma qualidade de vida, uma opção de cidadania que nós ainda estamos muito longe de atingir.
O Brasil chegou a uma grande encruzilhada: ou investe maciçamente em Educação ou nossa condição de dependência econômica não mudará tão cedo!
E se pensam que o nosso atual governo está disposto, a igualmente mudar ou redirecionar suas políticas, ainda fica mais difícil de se imaginar. Nunca o Brasil deixou de se preocupar tanto com o nosso próprio destino quanto agora.
Este governo já inicia o ano de 2015 reduzindo os investimentos para a Educação! É absolutamente revoltante!
Marco Antônio Santos De Amorim, 31/03/2015
terça-feira, 31 de março de 2015
segunda-feira, 30 de março de 2015
PURISMO
ARTE: Marco Antônio Santos De Amorim, em Brasília, 30 de março de 2015
Talvez, e para aqueles amantes da arte, quem sabe, a "purificação" da forma traduzida para o contexto atual.
A "limpeza", a evolução democrática que tanto desejo para o meu país, um país com crianças e adolescentes nas escolas e em tempo integral.
Um desejo pelo elevado teor de amor, onde apenas o purismo em nossas almas, prevaleça.
sábado, 28 de março de 2015
Você acredita em Deus?
Dizem que os comunistas, os cientistas e os ateus não acreditam em Deus. Isto é opção de cada um.
Segundo a ciência, o nosso planeta tem a de existência de 4,54 bilhões de anos (mais precisamente 4567 milhões), e que o surgimento do homem se inicia no éon Fanerozoico, da era Cenozoica, do período Neógeno, da época Pleistoceno, há aproximadamente 450.000 anos. Isto equivaleria a uma existência da vida do ser humano, talvez de apenas "segundos", se pudéssemos reduzir a existência da terra em horas. Em porcentagem, o homem e a sua civilização, só existem, o equivalente a 0,01% da idade do nosso planeta!
No entanto, a gente em tão mísero espaço de tempo, já poluímos e exaurimos as riquezas terráqueas em milésimos de segundo. Estamos a cada dia encurtando a vida útil deste planeta a uma velocidade impressionante. Cientistas da Nasa preveem que o nosso planeta só vai durar mais algumas décadas! (http://www.noticiasaominuto.com/mundo/190519/nasa-preve-o-fim-da-atual-civilizacao).
Nem mesmo somos capazes de apreciar as criações do nosso próprio gênio: Um carro é um bem durável. Sentir-se pilotando uma dessas invenções é um prazer para poucos. No entanto, poucos se dão conta do quanto destruímos para podermos ter este conforto. Existem até aqueles que dirigem um carro e não percebem o porquê deste meio de transporte. Não me refiro aos veículos de competição, e nem tão pouco, como se o carro fosse uma armadura disposta a se proteger e agredir (os demais motoristas e o desprotegido pedestre), como se estivéssemos em um duelo medieval.
Poucos também sabem desfrutar verdadeiramente esta maravilha criada pelo homem para servir ao homem. Aceleram desesperadamente, como se estivessem, o tempo todo, sem tempo e por demais ansiosos e estressados.
Poucos são aqueles que sabem perceber, o conforto, a velocidade, a inércia, a potência do motor, a força versus a distância percorrida, apreciar e ver o tempo passar, com atenção e respeito ao obstáculos. Ao menos reconhecendo o quanto avançamos para podermos usufruir de tudo isto!
Assim como as árvores, os animais e até nós mesmos, os objetos parecem ter vida. A mesma matéria que compõe um objeto também nos compõe! Nunca paramos para imaginar o porquê de tudo isto e as suas razões.
Utilizamos todos os confortos da vida moderna, mas não sabemos avaliar a importância de cada um deles, que nos atendem no dia-a-dia. Sem a menor capacidade de sentimento, atravessamos pelas horas, pelos dias e anos, sem nos darmos conta da nossa própria razão de existir.
Nunca paramos para pensar porque estamos vivos aqui? Porque pensamos, porque sentimos? Existimos por existir? Amanhã morreremos e ponto final?
Somos afinal o quê? Somos vida e não somos nada? Pensamos, criamos, amamos, fazemos música e procriamos, tudo isto para quê? Para nada? Simplesmente não podemos viver por viver. Não podemos existir simplesmente para nascer, se desenvolver, e morrer. Tem que haver razões mais do que evidentes para explicar os sentimentos e porquê estamos vivos. Tem que haver razão para a própria maravilha da natureza ser percebida nós, e ao mesmo tempo, por nós destruída.
Se haverá vida após a morte ninguém que já morreu retornou para nos contar!
Mas uma coisa é bastante certa, e a partir do instante que estamos pensando, criando, simplesmente existindo, a mente e a sua evolução, não estariam no patamar que se encontram, se não fosse por alguma boa razão.
Poderíamos ainda estar comendo ervas e frutos silvestres, matando para saciar a fome ou sendo caçado por animais mais fortes. Nunca teríamos dúvidas sobre a nossa existência, apenas viveríamos. Mas em algum instante, surgiu a inteligencia Divina que resultou em tudo isto.
O ateu pode até duvidar da existência de Deus, e seja lá o que for: energia, conceito, luz, espaço ou matéria, porém, com toda a certeza, Deus deve existir!
Marco Santos De Amorim - Brasília, 28 de março de 2015.
Segundo a ciência, o nosso planeta tem a de existência de 4,54 bilhões de anos (mais precisamente 4567 milhões), e que o surgimento do homem se inicia no éon Fanerozoico, da era Cenozoica, do período Neógeno, da época Pleistoceno, há aproximadamente 450.000 anos. Isto equivaleria a uma existência da vida do ser humano, talvez de apenas "segundos", se pudéssemos reduzir a existência da terra em horas. Em porcentagem, o homem e a sua civilização, só existem, o equivalente a 0,01% da idade do nosso planeta!
No entanto, a gente em tão mísero espaço de tempo, já poluímos e exaurimos as riquezas terráqueas em milésimos de segundo. Estamos a cada dia encurtando a vida útil deste planeta a uma velocidade impressionante. Cientistas da Nasa preveem que o nosso planeta só vai durar mais algumas décadas! (http://www.noticiasaominuto.com/mundo/190519/nasa-preve-o-fim-da-atual-civilizacao).
Nem mesmo somos capazes de apreciar as criações do nosso próprio gênio: Um carro é um bem durável. Sentir-se pilotando uma dessas invenções é um prazer para poucos. No entanto, poucos se dão conta do quanto destruímos para podermos ter este conforto. Existem até aqueles que dirigem um carro e não percebem o porquê deste meio de transporte. Não me refiro aos veículos de competição, e nem tão pouco, como se o carro fosse uma armadura disposta a se proteger e agredir (os demais motoristas e o desprotegido pedestre), como se estivéssemos em um duelo medieval.
Poucos também sabem desfrutar verdadeiramente esta maravilha criada pelo homem para servir ao homem. Aceleram desesperadamente, como se estivessem, o tempo todo, sem tempo e por demais ansiosos e estressados.
Poucos são aqueles que sabem perceber, o conforto, a velocidade, a inércia, a potência do motor, a força versus a distância percorrida, apreciar e ver o tempo passar, com atenção e respeito ao obstáculos. Ao menos reconhecendo o quanto avançamos para podermos usufruir de tudo isto!
Assim como as árvores, os animais e até nós mesmos, os objetos parecem ter vida. A mesma matéria que compõe um objeto também nos compõe! Nunca paramos para imaginar o porquê de tudo isto e as suas razões.
Utilizamos todos os confortos da vida moderna, mas não sabemos avaliar a importância de cada um deles, que nos atendem no dia-a-dia. Sem a menor capacidade de sentimento, atravessamos pelas horas, pelos dias e anos, sem nos darmos conta da nossa própria razão de existir.
Nunca paramos para pensar porque estamos vivos aqui? Porque pensamos, porque sentimos? Existimos por existir? Amanhã morreremos e ponto final?
Somos afinal o quê? Somos vida e não somos nada? Pensamos, criamos, amamos, fazemos música e procriamos, tudo isto para quê? Para nada? Simplesmente não podemos viver por viver. Não podemos existir simplesmente para nascer, se desenvolver, e morrer. Tem que haver razões mais do que evidentes para explicar os sentimentos e porquê estamos vivos. Tem que haver razão para a própria maravilha da natureza ser percebida nós, e ao mesmo tempo, por nós destruída.
Se haverá vida após a morte ninguém que já morreu retornou para nos contar!
Mas uma coisa é bastante certa, e a partir do instante que estamos pensando, criando, simplesmente existindo, a mente e a sua evolução, não estariam no patamar que se encontram, se não fosse por alguma boa razão.
Poderíamos ainda estar comendo ervas e frutos silvestres, matando para saciar a fome ou sendo caçado por animais mais fortes. Nunca teríamos dúvidas sobre a nossa existência, apenas viveríamos. Mas em algum instante, surgiu a inteligencia Divina que resultou em tudo isto.
O ateu pode até duvidar da existência de Deus, e seja lá o que for: energia, conceito, luz, espaço ou matéria, porém, com toda a certeza, Deus deve existir!
Marco Santos De Amorim - Brasília, 28 de março de 2015.
quinta-feira, 26 de março de 2015
PENSAMENTO
Não se prenda
aos arroubos, concentre-se na razão!
Marco A.
Santos De Amorim Brasília, 26/03/2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
ARRUDA
ARRUDA
Um acontecimento marcante foi o impeachment do José Arruda
ex-governador do DF. Hoje muitos defensores do atual governo Dilma repelem o
impeachment qualificando-o como “ato desgastado”, “em desuso”, “os golpistas”, etc.
Estes para manter o status-quo, para defender, e quem sabe,
manter até o ganha-pão. O defensor sabe como utilizar o “feitiço contra o
feiticeiro”!
Porém um acontecimento marcante como foi o Impeachment de
José Arruda, acontecimento este pouco abordado e pouco estudado. Algo muito sério e grave
ocorreu, e não foi o fato de haver um vídeo, onde um maço de dinheiros passava
de mãos em mãos!
Não foi igualmente, o fato de mostrar, nua e cruamente, um
político “fazendo caixa dois para sua campanha”! Chamem isto do termo mais
coerente que seja! Porém, e de fato, o maço de dinheiros filmado não era para
comprar uma Elba da Fiat!
Acontece que o senhor José Arruda, nas campanhas eleitorais
para ao governo do DF em 2014, estava disparado na dianteira das pesquisas!
Como pode algo assim? “Puxaram o tapete” de um homem duas vezes!
Golpe? Estratégia? O ex-governador do DF devia estar incomodando realmente muito! E com toda a certeza não era o povo que se sentia
incomodado!
Mas agora diante de tantos escândalos envolvendo a senhora
Dilma Rousseff e o senhor Luís Inácio da Silva, o impeachment virou retrocesso! Em um país do "deixa disso" e do escárnio impeachment é passado!
Estamos vivendo um novo período na política brasileira. Para
os historiadores (e eu não sou um deles!) é prato cheio! Quanta coisa nova! São
por demais “novas” que fica até difícil de explicar! Olha que tanta “manipulação”
assim nem mesmo na mais radical das ditaduras! Está muito complicado de
entender.
A imprensa então! Fazendo a sua parte se mantendo omissa.
Até quando teremos que “aceitar” este país assim tão “dado”,
tão “acomodado”, tão “preguiçoso”? As verdades, as Comissões da Verdade, jamais
revelarão a verdade!
Marco Antônio Santos De Amorim
Brasília, 25 de março de 2015.
domingo, 11 de maio de 2014
"O homem é o lobo do homem"
David
Robinson relata em sua biografia sobre Charles Chaplin, o assédio dos ávidos
aproveitadores, pelas migalhas deste gênio.
“...um
artigo que apareceu no Pravda e subsequentemente foi publicado no New York
Times, no qual Boris Shumyatsky, chefe da organização estatal de cinema
soviética, alegava ter visitado o estúdio de Chaplin durante uma viagem a
Hollywood e ter convencido Chaplin a mudar o final de Tempos Modernos para torná-lo ideologicamente aceitável.”
A intenção
de Shumyatsky, que servia ao regime estalinista era de “afirmar que ele podia
coagir o mais famoso cineasta de Hollywoood e do mundo a refazer seu filme para
se adequar ao cânon “socialista-realista”.
“O artigo do
New York Times irritou o estúdio (de Chaplin) o bastante para Alf Reeves (assessor de imprensa de Charlie) fazer
uma coletiva de imprensa em que reassegurou aos jornalistas que “ninguém podia
dizer coisas desse tipo a Chaplin. Como vocês sabem, ele (Chaplin) tem seu próprio modo de fazer as coisas e suas próprias
idéias, sempre”. Ele ainda disse que Shumyatsky encontrou “significados sociais
terríveis e profundos” em sequências que tinham a intenção de serem
engraçadas”.
“Mesmo o FBI
não levou a sério essa picuinha, embora os apologistas posteriores da campanha
reacionária contra Chaplin tenham revivido isso como “prova” de que Chaplin era
um servo de Moscou”.
Charles
Chaplin foi acusado formalmente pelo governo norte-americano de comunista,
embora não tenha havido indícios sobre a inclinação ideológica deste ator.
Assim como o
gênio do Chaplin, que foi incomodado por ter sido rotulado a favor de “causas”,
o homem é vítima do próprio homem. O próprio Shumyatsky foi morto por ordem de
Stalin em 1939.
As ideologias
são danosas em vários aspectos, tanto para aqueles que a abraçam quanto para os
que as combatem. Somos como gado conduzido por manipuladores e detentores dos
poderes. Vítimas inocentes de um processo institucionalizado que ignora o amor
pelo próprio semelhante.
Os homens
continuam escravos dos ambiciosos, dos gananciosos, daqueles em que o poder os
domina. São pessoas desprovidas de sentimento e de compaixão.
No interior
da nossa alma brasileira se encontra o homem desprovido de formação.
Completamente ignorado e a mercê da própria sorte. Não importa o regime
ideológico no poder, todos ignoram a educação neste país. Todos dão as costas
ao ensino e a instrução deste povo.
Sai governo
e entra governo, sai direita e entra esquerda, e o povo continua abandonado à
mercê da própria sorte. No Brasil todos aqueles que tentaram investir em
educação acabaram, de uma forma ou de outra, na penúria política. Não existem
mesmo perspectivas para que esse povo deixe de ser escravo da ignorância.
Charles Chaplin foi um gênio e amava o seu semelhante. Mesmo assim foi perseguido. Sua visão de liberdade estava além de seu tempo.
A Globo e a estrela do PT.
A Globo perde uma estrela... Dia 4 de
abril deste ano morreu José Wilker.
Eu não me encontrava no Brasil nas
campanhas eleitorias de 2002 e de 2006, mas na campanha de 1998, José Wilker,
sem dúvida alguma, “doava” o seu talento para eleger o Lula, juntamente com,
Malu Mader, José de Abreu, Pedro Paulo Rangel, Fernanda Montenegro, Paulo
Betti, Bete Mendes, etc.
A imagem é muito importante pois
transmite-se instantaneamente. Em nosso país cujos índices de analfabetismo são
muito elevados (somos a oitava maior população de analfabetos adultos do mundo),
é na imagem, que esses indivíduos irão se balizar.
O analfabeto assim como os “analfabetos
culturais” são vítimas fáceis da imagem. A falta de investimentos maciços na
educação em nosso país, escravisa o cidadão, deixando-o vítima do próprio
destino.
O Estado brasileiro já não tem mais
desculpas para não investir tudo na educação. Antes a economia era a grande
vilã, a grande responsável pelos nossos problemas. Hoje graças aos nossos
esforços, graças aos esforços do passado com o Plano Real, a nossa economia
está indo bem, e quanto a nossa educação?
Vejo a educação brasileira, assim como via
a nossa economia, nos tempos da antigas missões do FMI: um caso muito grave de
interferência em nossa soberania, porém necessária, diante de tanta
incompetência dos nossos antigos ministros da fazenda.
Assim está a nossa educação de hoje,
precisando urgentemente de um “plano real”, uma interferência radical, para que
seja permitido ao nosso povo de: pensar, sonhar, decidir, optnar, viver
livremente, sem a estúpida escravidão e a servidão da alienação, interferência que
permita “abrir os nossos olhos” contra os vícios da ignorância.
O idiota é aquele para qual a imagem
substitui a razão. Em um país de idiotas fica muito fácil a manipulação através
das imagens. O poder subliminar da “propaganda” vastamente utilizado pelos
regimes ditatoriais, tanto de direita quanto de esquerda, são armas poderosas
nas mãos desses ditadores.
Sem
quaisquer escrúpulos esses facínoras se utilizam dessas armas (atores, atrizes,
músicos, gente famosa, cartazes, símbolos – a suástica nazista é um exemplo
disso, cores, logotipos, etc.). Substituir os símbolos nacionais e
institucionalizados de Município, Estado ou Governo, por marcas ou logomarcas,
como ferramenta para “carimbar” uma imagem nas mentes desprovidas de
conhecimento do povo analfabeto ou ingênuo, é hoje, um modismo radical
vastamente praticado pelos “políticos tupiniquim”.
A reboque
disso segue a nossa emissora de TV mais famosa. A Rede Globo nasceu e cresceu
como um “filhote da ditadura”. Aproveitou-se e se aproveita através dos anos,
para se manter ao lado do poder em uma sociedade “dependente” do “ranço
autoritário”.
Esta
permanecia através dos anos, sob as sombras dos poderes, me faz lembrar o filme
de Woody Allen, “Zelig”: “Nos anos
20 é descoberto um homem, Leonard Zelig (Woody Allen) com a incrível capacidade
de mudar de aparência, metamorfoseando-se em alguém similar àqueles que o
rodeiam, quer fisicamente (fosse um negro, um oriental, alguém extremamente
gordo), quer em termos de aptidões (médico, pugilista, aviador, etc.). O
fenómeno torna-se motivo de interesse nos jornais e filmes noticiosos, e Zelig
passa a ser conhecido como o homem camaleão” (Zelig, 1983, fonte: A Janela
Encantada).
Assim são os déspotas, “pão e circo”,
novelas de manhã, de tarde e de noite, nada além de sexo e bobagens! Se
um dia os déspotas “permitirem” que este povo possa ter acesso à educação livre
e democrática, neste dia, esses déspotas não mais existirão!
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